A ANM nasceu pelo olhar social. Pensando na proteção, na segurança do amanhã e do

bem-estar das pessoas mais vulneráveis.

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A Associação Nacional das Microsseguradoras foi criada em novembro de 2016, com sede no RJ.

O objetivo principal está em fomentar e solidificar a cultura do Microsseguro no Brasil, reunindo forças, em conjunto, com os seus Associados, e assim poder apresentar este modelo de seguro como uma ótima opção à todos, e que desejam ter acesso a contratação de planos de Microsseguros e Seguros Inclusivos.

É um novo modelo de seguro de pessoas que tem como objetivo principal atender os anseios de uma classe social menos favorecida, possibilitando assim maior acessibilidade a segurança, através da contratação de planos de Microsseguro, e que oferecem principalmente cobertura por morte acidental e a possibilidade de serviços agregados como uma assistência funeral.

Outra vantagem de se contratar esse modelo de plano está no valor diferenciado, em comparação aos demais já comercializados no mercado, pois o seu ticket médio é bem menor e mais fácil de ser absorvido nas despesas financeiras de uma família. Assim o Provedor pode deixar seus dependentes mais seguros e cobertos, caso haja alguma eventualidade e venha falecer.

Mas o que é Microsseguro/Seguros Inclusivos?

PARA PROTEGER

O Microsseguro e sua consolidação.

O mercado de Microsseguros no Brasil apresentou um crescimento expressivo em 2024, refletindo uma tendência de democratização e inclusão financeira no setor de seguros. Nos primeiros sete meses do ano, houve um aumento de 26% na arrecadação de microsseguros em comparação ao mesmo período de 2023.

Esse avanço é parte de um crescimento mais amplo no setor de seguros brasileiro, que registrou um aumento de 12,2% em 2024, totalizando R$ 435,56 bilhões em receitas.

A expansão dos microsseguros tem sido impulsionada por fatores como o desenvolvimento de produtos mais acessíveis e adaptados às necessidades de uma base de clientes diversificada, incluindo indivíduos de baixa renda e microempreendedores individuais (MEIs). Além disso, o surgimento de insurtechs, que desenvolveram soluções tecnológicas para o setor, tem facilitado o acesso e a distribuição desses produtos.MIGALHAS.COM.BR

O novo marco regulatório dos microsseguros, implementado no início de 2021, também contribuiu para esse crescimento ao flexibilizar aspectos como a importância segurada e o escopo dos produtos, permitindo que os microsseguros atendam não apenas pessoas de baixa renda, mas também MEIs e micro e pequenas empresas.

Em resumo, o crescimento dos microsseguros no Brasil em 2024 destaca a importância de produtos de seguro mais inclusivos e acessíveis, contribuindo para a proteção financeira de parcelas significativas da população e promovendo o desenvolvimento econômico do país.

UM CRESCIMENTO CADA VEZ MAIS OBSERVADO PELO MERCADO.

NOVO MARCO REGULATÓRIO DOS SEGUROS

Nova lei de seguros é sancionada: marco legal faz parte de agenda de reformas com potencial de impulsionar economia sem gerar inflação.

Texto estabelece diretrizes para seguros privados, cobrindo regras, carências, prazos, prescrição e normas específicas para companhias e segurados.

A lei que prevê novas regras para os contratos de seguro no Brasil foi sancionada e publicada, nesta terça-feira (10/12), no Diário Oficial União. Conhecida como Marco Legal dos Seguros, a legislação (Lei nº 15.040/2024) estabelece normas claras para os contratos e adota um modelo dual que combina a lei com a atuação da autoridade reguladora. Com essa medida, o Brasil se alinha a países como Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Reino Unido e Japão, cujas reformas dos arcabouços jurídicos impulsionaram o crescimento econômico do setor.

“Trata-se de uma lei muito importante. O setor de seguros no Brasil apresenta um potencial de crescimento expressivo”, disse o ministro Fernando Haddad, após a aprovação da legislação no Congresso Nacional. O novo marco faz parte de uma agenda de reformas microeconômicas que tem potencial de aumentar a capacidade de crescimento da economia sem gerar inflação.

Embora o país seja a nona maior economia do mundo, a participação dos seguros no Produto Interno Bruto (PIB) ainda é limitada, colocando o Brasil na 18ª posição global nesse mercado. Comparativamente, ao mesmo tempo em que o setor de seguros no Brasil representa aproximadamente 6% do PIB, considerando a saúde suplementar, nos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a média gira em torno de 10%. Esse percentual mostra que o mercado brasileiro tem espaço para crescer e fortalecer sua presença na economia, podendo contribuir para a estabilização econômica e ampliação da segurança financeira da população e das empresas.

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Seguros Inclusivos...é pra todo mundo